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25/08/2025
DIEESE: Análise do Mercado de Trabalho Paranaense – 2º trimestre de 2025
Neste texto é analisado o mercado de trabalho paranaense, com base nos dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua Trimestral, que abrange os dados do mercado de trabalho formal e informal, incluindo os empregados no setor privado, domésticos e no setor público (formais e informais); empregador; conta própria; e o trabalhador auxiliar familiar. A pesquisa é realizada pelo IBGE desde 2012. Primeiramente é analisada a taxa de desocupação no período de 2012 até o 2° trimestre de 2025, que conta com cinco períodos distintos. Em todos eles, porém, a tendência nacional foi acompanhada pela tendência no Estado do Paraná.
No primeiro período, que vai de 2012 a 2014, constatou-se queda na taxa de desocupação, no Brasil, de 8,0%, no 1º trim. de 2012, para 6,6%, no 4º trim. de 2014; enquanto no Paraná caiu de 5,6% para 3,8%, no mesmo período. Na sequência, verificou-se tendência de alta da taxa de desocupação em consequência da crise política e econômica que ocasionou queda no PIB nos anos de 2015 (-3,5%) e 2016 (-3,3%), impactando o mercado de trabalho. No 1º trimestre de 2017, a taxa chegou a 13,9% no Brasil e a 10,4% no Paraná – que representou o segundo patamar mais elevado da série histórica no estado, atrás apenas do 3° trimestre de 2020 (10,5%), durante a pandemia da Covid19. Posteriormente, com o reestabelecimento da normalidade política e econômica às custas da perda de diretos sociais e trabalhistas, como na reforma trabalhista de 2017 e a 2 previdenciária de 2019, observou-se a reversão de tendência, com queda da desocupação, chegando na menor taxa no 4º trimestre de 2019, sendo de 11,1% no Brasil e 7,4% no Paraná, patamar próximo do início de 2016.
Com a pandemia, que começou a atingir o país na segunda quinzena de março de 2020, constatou-se novamente reversão da tendência, com a taxa de desocupação passando a aumentar de forma praticamente contínua, chegando no 3º trimestre de 2020 em 14,9% no Brasil, e 10,5% no Paraná. Em ambos os casos, as taxas observadas representaram o maior patamar da série histórica. A despeito do repique observado na taxa de desocupação do Brasil, entre o 4º trimestre de 2020 (14,2%) e o 1º trimestre de 2021 (14,9%), constatou-se que após este episódio, a taxa de desocupação, com poucas oscilações, passou por redução até o 4º trimestre de 2024, quando fechou em 6,2%, menor patamar da série. Esta tendência também foi verificada no Paraná, quando a taxa reduziu de 10,5%, no 1º trimestre de 2017, para 3,3%, no 4º trimestre de 2024, também menor patamar da série.
Recentemente, no 2º trimestre de 2025, observou-se aumento da taxa de desocupação no Brasil (de 6,2% para 5,8%) e aumento no Paraná (de 3,3% para 3,8%) em relação ao 4° trimestre de 2024, movimento sazonal. Na comparação da taxa de desocupação do 2° trimestre de 2025 em relação ao 2° trimestre de 2024, verificou-se queda de 6,9% para 5,8% no Brasil (-15,94%) e de 4,4% para 3,8% no Paraná (-13,64%). Acerca das taxas de desocupação nas unidades da federação no 2º trim. de 2025, constatou-se que em 16 as taxas foram maiores que a Nacional (5,8%) e 11 menores. As maiores taxas estiveram no Pernambuco (10,4%), Bahia (9,1%), Distrito Federal (8,7%), Piauí (8,5%) e Sergipe (8,1%); ao passo que as menores ocorreram no Santa Catarina (2,2%), Rondônia (2,3%), Mato Grosso (2,8%), Mato Grosso do Sul (2,9%), Espirito Santo (3,1%) e Paraná (3,8%), como mostra a Tabela 1 do anexo. Mercado de trabalho nos últimos 12 meses Quando decompostos os números do mercado de trabalho no Brasil, constatou-se aumento de 1,21% na Força de Trabalho entre o 2º trimestre de 2024 (107,3 milhões) e o 1º trimestre de 2025 (108,6 milhões).
Tal aumento foi acompanhado de elevação de 2,44% nos ocupados (+2,4 milhões), redução de 15,36% nos desocupados (-1,1 milhão), e aumento de 0,03% no número de pessoas Fora da Força de Trabalho (17 mil). Comportamento similar foi observado no Paraná, onde a Força de Trabalho cresceu 1,59%, com acréscimo de 100 mil pessoas, entre o 2º trimestre de 2024 e o 2º trimestre de 2025.
No mesmo período, os ocupados aumentaram 2,26% (+136 mil), enquanto os desocupados reduziram em 12,86% (-36 mil), com redução de 1,16% nas pessoas Fora da Força de Trabalho (-39 mil). Ainda na comparação do 2º trimestre de 2024 e 2º trimestre de 2025, observou-se redução na taxa de desocupação e na taxa de subutilização1 da força de trabalho, além de aumento no rendimento médio habitual, no Brasil e no Paraná.
No Brasil, a taxa de desocupação passou de 6,9% para 5,8%, enquanto no Paraná foi de 4,4% para 3,8%. Já a taxa de subutilização caiu de 16,4% para 14,4%, no Brasil, e aumentou de 9,9% para 10,0%, no Paraná.
O rendimento médio real habitual no trabalho principal, por sua vez, cresceu 3,25% no Brasil, indo de R$ 3.263,00 (2T 2024) para R$ 3.369,00 (2T 2025), e 5,79% no Paraná, indo de R$ 3.507,00 (2T 2024) para R$ 3.710,00 (2T2025). Tabela 1 - Resumo do mercado de trabalho, no Brasil e Paraná - 2º trim. de 2014 ao 2º trim. de 2025 2º trim. 2014 2º trim. 2017 2º trim. 2021 2º trim. 2024 4º trim. 2024 1º trim. 2025 2º trim. 2025 Variação 2T 2025 / 2T 2024 2T 2025 / 2T 2014 - Brasil Força de Trabalho 98.373 102.588 102.315 107.272 108.516 108.077 108.569 1,21% 10,36% Ocupados 91.573 89.163 87.743 99.883 101.832 100.511 102.316 2,44% 11,73% Desocupados 6.801 13.425 14.572 7.388 6.684 7.566 6.253 -15,36% -8,06% Fora da Força de Trabalho 59.322 60.343 66.436 65.493 64.913 65.684 65.510 0,03% 10,43% Taxa de Desocupação 6,9% 13,1% 14,2% 6,9% 6,2% 7,0% 5,8% -15,94% -15,94% Taxa de Subutilização da Força de Trabalho1 14,9% 23,8% 28,5% 16,4% 15,2% 15,9% 14,4% -12,20% -3,36% Rendimento médio real do traba lho principal, habitual 3.091,00 3.026,00 3.060,00 3.263,00 3.299,00 3.347,00 3.369,00 3,25% 8,99% - Paraná Força de Trabalho (em mil) 5.785 5.971 5.881 6.302 6.366 6.438 6.402 1,59% 10,67% Ocupado (em mil) 5.539 5.437 5.348 6.022 6.160 6.182 6.158 2,26% 11,18% Desocupados (em mil) 246 534 534 280 206 256 244 -12,86% -0,81% Fora da Força de Trabalho (em mil) 2.968 3.100 3.415 3.357 3.298 3.260 3.318 -1,16% 11,79% Taxa de Desocupação 4,2% 8,9% 9,1% 4,4% 3,2% 4,0% 3,8% -13,64% -9,52% Taxa de Subutilização da Força de Trabalho1 9,1% 15,8% 18,6% 9,9% 8,0% 9,4% 10,0% 1,01% 9,89% Rendimento médio real do traba lho principal, habitual .379,00 3.246,00 3.282,00 3.507,00 3.664,00 3.685,00 3.710,00 5,79% 9,80% Fonte: IBGE / PNAD Contínua Trimestral Elaboração: DIEESE/PR Nota: (1) Taxa de Subutilização da Força de Trabalho agrega os desempregados, os subocupados por insuficiência de horas e a força de tra balho potencial.
No mesmo período de comparação em relação as demais unidades da federação, observou-se que a taxa de desocupação apresentou queda em vinte e quatro estados. As maiores quedas foram de 31,25% no Santa Catarina (de 3,2% para 2,2%), 31,11% no Espírito Santo (de 4,5% para 3,1%), 28,13% em Rondônia (de 3,2% para 2,3%), 27,12% no Rio Grande do Sul (de 5,9% para 4,3%), 24,53% em Minas Gerais (de 5,3% para 4,0%) e de 23,68% no Mato Grosso do Sul (de 3,8% para 2,9%). O Paraná apresentou a nona menor queda (-13,64%), a taxa de desocupação caiu 4,4% para 3,8%.
Ocorreram aumentos no Tocantins (23,26% - de 4,3% para 5,3%), Piauí (11,84% - de 7,6% para 8,5%), e no Acre (1,39% - de 7,2% para 7,3%). 1 Taxa de Subutilização da Força de Trabalho agrega os desempregados, os subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial. Mercado de Trabalho nos últimos 11 anos 4 No espectro histórico, a comparação entre o 2º trimestre de 2025 e o 2º trimestre de 2014, no Brasil, mostra redução de 8,06% no número de Desocupados, de 6,8 milhões para 6,3 milhões, a Força de Trabalho cresceu de 98,4 milhões para 108,6 milhões (10,36%) e os Ocupados de 91,6 milhões para 102,3 milhões (11,73%).
Essa situação foi acompanhada de aumento substancial de 6,2 milhões de pessoas Fora da Força de Trabalho (10,43%). A situação, para o mesmo período, foi similar no Paraná. Houve queda no número de desocupados de apenas 0,81% (de 246 mil para 244 mil), a Força de Trabalho aumentou 10,67% (de 5,8 milhões para 6,4 milhões) e os Ocupados 11,18% (de 5,5 milhões para 6,2 milhões). O número de pessoas Fora da Força de Trabalho aumentou 350 mil (11,79%). Ainda na comparação do 2º trimestre de 2025 com o 2º trimestre de 2014, observou-se redução na Taxa de Desocupação e na Taxa de Subutilização da Força de Trabalho, no Brasil, de 6,9% para 5,8%, menor taxa da série histórica para o trimestre, e de 14,9% para 14,4%, respectivamente. No Paraná as mesmas taxas foram de 4,2% para 3,8%, também menor taxa da série histórica, e a Taxa de Subutilização da Força de Trabalho aumentou de 9,1% para 10,0%.
Atualmente, em quatorze unidades da federação a Taxa de Subutilização é superior a nacional (14,4%), com a maior no Piauí (30,2%) e a menor em Santa Catarina (4,4%). Já o rendimento médio real habitual no trabalho principal cresceu no período apenas 8,99% no Brasil (de R$ 3.091,00 para R$ 3.369,00) e 9,80% no Paraná (de R$ 3.379,00 para R$ 3.710,00). Tais dados mostram que as taxas de desocupação, bem como de subutilização, só não estão maiores em decorrência da ampliação do contingente de pessoas fora da força de trabalho, pessoas que desistiram ou deixaram de procurar uma ocupação, principalmente em função da maior dificuldade em encontrar empregos.
Além disso, a análise por Unidade da Federação demostra que a baixa taxa de desocupação é acompanhada de elevada taxa de subutilização da força de trabalho, mascarando a existência de ocupações precárias. Ocupados no Paraná Como mencionado, os ocupados no Paraná aumentaram 2,26% na comparação do 2º trim. de 2025 com o 2º trimestre de 2024, passando de 6,022 para 6,158 milhões, com aumento de 136 mil ocupações.
Comparando os dados por posição na ocupação, do 2º trim. de 2025 e do 2º trim. de 2024, em termos absolutos, observou-se que os maiores aumentos das ocupações ocorreram nos Contas Própria (7,15% e 99 mil), seguido dos Empregadores (24,44% e 66 mil), Empregado no Setor Público estatutário (11,14% e 48 mil) e do Empregado no Setor Privado sem carteira (3,05% e 19 mil). Em contrapartida, verificou-se redução em algumas posições nas ocupações, com destaque para Empregado no Setor Privado carteira (-1,93% e -53 mil), Trabalhador Doméstico sem carteira (-8,88% e -23 mil), Trabalhador Doméstico com carteira (-16,28% e -14 mil), totalizando a perda conjunta de 90 mil ocupações. Tabela 2 - Ocupados por posição na ocupação e categoria do emprego no trabalho principal, no Paraná 2º trim. de 2014 ao 2º trim. de 2025 (em mil pessoas) Posição na ocupação 2º trim. 2014 2º trim. 2017 2º trim. 2021 2º trim. 2024 4º trim. 2024 1º trim. 2025 2º trim. 2025 Variação Variação absoluta 2T 2025 / 2T 2024 2T 2025 / 2T 2014 2T 2025 / 2T 2024 2T 2025 / 2T 2014 Empregado no setor priva do 3.064 2.865 2.666 3.370 3.439 3.412 3.337 -0,98% 8,91% -33 273 - com carteira 2.605 2.326 2.212 2.747 2.738 2.740 2.694 -1,93% 3,42% -53 89 - sem carteira 459 539 454 623 701 672 642 3,05% 39,87% 19 183 Trabalhador doméstico 308 290 263 345 320 314 308 -10,72% 0,00% -37 0 - com carteira 97 98 69 86 88 78 72 -16,28% -25,77% -14 -25 - sem carteira 211 192 194 259 232 236 236 -8,88% 11,85% -23 25 Empregado no setor públi co 587 601 596 590 635 627 630 6,78% 7,33% 40 43 - com carteira 82 69 65 83 78 83 74 -10,84% -9,76% -9 -8 - sem carteira 67 73 64 76 87 78 77 1,32% 14,93% 1 10 - estatutário 437 459 467 431 470 466 479 11,14% 9,61% 48 42 Empregador 283 293 255 270 296 322 336 24,44% 18,73% 66 53 Conta própria 1.124 1.270 1.460 1.385 1.401 1.425 1.484 7,15% 32,03% 99 360 Trabalhador familiar auxili ar 173 118 108 62 68 83 63 1,61% -63,58% 1 -110 Total 5.539 5.437 5.348 6.022 6.160 6.182 6.158 2,26% 11,18% 136 619
A recuperação por geração de ocupações precárias e informais fica evidente quando ampliado o período de comparação, contrapondo-se o 2º trimestre de 2025 com o 2º trimestre de 2014. Neste período foram criadas 619 mil ocupações, crescimento de 11,18% em 11 anos, média anual de apenas 1,07%. Tal exercício permite verificar que a maioria das ocupações geradas no estado foram informais ou precárias, com destaque para o crescimento de 32,03% dos Conta Própria (360 mil), 39,87% dos Empregados do Setor Privado sem carteira (183 mil) e de 11,85% nos Trabalhadores Domésticos sem carteira (25 mil). Apenas essas três posições na ocupação somaram 568 mil novas ocupações. Os Empregados no Setor Privado com carteira, que é a principal posição de ocupação, cresceram apenas 3,42% no período, com criação de 89 mil ocupações.
ANEXO Tabela 1 - Taxa de desocupação por unidades da federação - 2º trim. de 2014 ao 2º trim. de 2025 Brasil e Unidade da Fe deração 2º trim. 2014 2º trim. 2017 2º trim. 2021 2º trim. 2024 4º trim. 2024 1º trim. 2025 2º trim. 2025 Variação 2T 2025 / 2T 2024 2T 2025 / 2T 2014 Brasil 6,9 13,1 14,2 6,9 6,2 7,0 5,8 -15,94% -15,94% 1 Santa Catarina 2,8 7,5 5,9 3,2 2,7 3,0 2,2 -31,25% -21,43% 2 Rondônia 4,2 9,1 9,8 3,2 2,8 3,1 2,3 -28,13% -45,24% 3 Mato Grosso 4,0 8,7 9,1 3,3 2,5 3,5 2,8 -15,15% -30,00% 4 Mato Grosso do Sul 3,9 9,0 9,9 3,8 3,7 4,0 2,9 -23,68% -25,64% 5 Espírito Santo 6,6 13,5 11,6 4,5 4 4,0 3,1 -31,11% -53,03% 6 Paraná 4,2 8,9 9,1 4,4 3,2 4,0 3,8 -13,64% -9,52% 7 Minas Gerais 6,9 12,2 12,7 5,3 4,3 5,7 4,0 -24,53% -42,03% 8 Rio Grande do Sul 5,0 8,6 8,8 5,9 4,5 5,3 4,3 -27,12% -14,00% 9 Goiás 5,4 11,1 12,5 5,2 4,9 5,3 4,4 -15,38% -18,52% 10 São Paulo 7,1 13,6 14,6 6,4 5,9 6,3 5,1 -20,31% -28,17% 11 Tocantins 7,8 11,7 15,9 4,3 5,1 6,4 5,3 23,26% -32,05% 12 Roraima 5,5 10,9 14,1 7,1 6,6 7,5 5,9 -16,90% 7,27% 13 Maranhão 7,3 14,8 17,8 7,3 6,9 8,1 6,6 -9,59% -9,59% 14 Ceará 7,5 13,3 15,1 7,5 6,5 8,0 6,6 -12,00% -12,00% 15 Pará 7,1 11,5 13,5 7,4 7,2 8,7 6,9 -6,76% -2,82% 16 Amapá 9,9 17,6 16,1 8,9 8,7 8,6 6,9 -22,47% -30,30% 17 Paraíba 8,9 11,5 15,5 8,7 8,5 8,7 7,0 -19,54% -21,35% 18 Acre 9,7 15,0 16,3 7,2 7,3 8,2 7,3 1,39% -24,74% 19 Rio Grande do Norte 11,7 15,8 16,3 9,2 8,7 9,9 7,5 -18,48% -35,90% 20 Alagoas 9,9 18,0 19,2 8,2 8,1 9,0 7,5 -8,54% -24,24% 21 Amazonas 8,4 15,6 15,8 8,0 8,3 10,0 7,7 -3,75% -8,33% 22 Sergipe 9,8 14,3 19,5 9,2 8,4 9,3 8,1 -11,96% -17,35% 23 Rio de Janeiro 6,5 15,8 17,9 9,7 8,2 9,3 8,1 -16,49% 24,62% 24 Piauí 7,1 13,6 15,4 7,6 7,5 10,2 8,5 11,84% 19,72% 25 Distrito Federal 9,1 13,3 14,4 9,7 9,1 9,2 8,7 -10,31% -4,40% 26 Bahia 10,1 17,6 20,2 11,0 10 11,1 9,1 -17,27% -9,90% 27 Pernambuco 8,0 19,0 21,8 11,6 10,3 11,6 10,4 -10,34% 30,00%
Tabela 2 - Taxa de subutilização da força de trabalho por unidades da federação - 2º trim. de 2014 ao 2º trim. de 2025 Brasil e Unidade da Fe deração 2º trim. 2014 2º trim. 2017 2º trim. 2021 2º trim. 2024 4º trim. 2024 1º trim. 2025 2º trim. 2025 Variação 2T 2025 / 2T 2024 2T 2025 / 2T 2014 Brasil 14,9 23,8 28,5 16,4 15,2 15,9 14,4 -12,20% -3,36% 1 Santa Catarina 5,2 10,7 10,6 5,9 4,8 5,4 4,4 -25,42% -15,38% 2 Mato Grosso 9,6 13,6 15,0 8,2 7,0 8,1 6,8 -17,07% -29,17% 3 Espírito Santo 10,5 20,0 23,3 9,2 7,7 7,9 7,1 -22,83% -32,38% 4 Rondônia 10,0 18,0 20,8 7,1 7,4 8,5 7,6 7,04% -24,00% 5 Mato Grosso do Sul 11,0 17,4 21,3 9,9 9,1 9,8 8,1 -18,18% -26,36% 6 Goiás 9,5 18,0 21,2 11,6 10,8 10,6 8,8 -24,14% -7,37% 7 Rio Grande do Sul 10,9 16,1 17,8 12,4 9,5 10,3 9,5 -23,39% -12,84% 8 Paraná 9,1 15,8 18,6 9,9 8,0 9,4 10,0 1,01% 9,89% 9 Minas Gerais 14,8 23,1 26,6 12,7 12,1 13,0 10,4 -18,11% -29,73% 10 São Paulo 11,3 20,6 24,9 13,2 11,8 12,2 10,8 -18,18% -4,42% 11 Amapá 18,2 29,6 32,2 17,1 14,3 15,8 13,6 -20,47% -25,27% 12 Tocantins 18,1 21,9 31,7 16,4 16,9 16,1 13,6 -17,07% -24,86% 13 Roraima 16,7 22,3 31,2 17,7 16,7 15,0 13,7 -22,60% -17,96% 14 Rio de Janeiro 8,7 19,6 26,4 16,3 15,2 15,4 14,2 -12,88% 63,22% 15 Amazonas 15,9 26,8 33,0 15,6 16,6 17,3 15,9 1,92% 0,00% 16 Distrito Federal 13,9 20,3 26,1 17,4 18,2 19,1 16,2 -6,90% 16,55% 17 Acre 18,3 29,2 37,5 17,6 16,9 19,3 18,2 3,41% -0,55% 18 Rio Grande do Norte 27,2 33,6 39,4 21,8 20,4 20,6 19,2 -11,93% -29,41% 19 Pará 19,9 29,8 34,5 23,8 20,6 22,8 20,5 -13,87% 3,02% 20 Ceará 23,0 31,6 38,8 23,6 21,4 23,5 21,4 -9,32% -6,96% 21 Paraíba 28,5 32,8 38,3 24,0 23,3 25,4 23,1 -3,75% -18,95% 22 Alagoas 21,5 34,5 43,8 26,5 26,4 27,3 23,8 -10,19% 10,70% 23 Maranhão 22,0 37,8 46,6 25,1 23,5 25,8 24,3 -3,19% 10,45% 24 Pernambuco 16,6 31,7 37,9 26,5 25,3 26,3 25,1 -5,28% 51,20% 25 Sergipe 27,4 32,7 44,3 25,4 25,9 26,9 26,0 2,36% -5,11% 26 Bahia 26,4 38,0 43,5 29,8 29,2 27,9 27,0 -9,40% 2,27% 27 Piauí 33,8 38,9 46,9 33,0 31,7 34,0 30,2 -8,48% -10,65%